sábado, 6 de junho de 2009


Nós devemos orar pelos cristãos perseguidos todos e todos os dias? É claro! Eles precisam das nossas ofertas de orações uma vez que muitos estão na linha de fogo da perseguição pela sua fé.
No dia 7/6 a Igreja do Senhor em todo o mundo se mobiliza para orar pelos irmãos da Igreja Perseguida. Esse movimento é organizado pelo Missão Portas Abertas que trabalha em prol daqueles que não podem professar a fé em Cristo, e dá todo o tipo de apoio necessário a esses irmãos e também a missionários que trabalham pela causa. Convidamos você a orar também pela Igreja Perseguida. Ore para que Deus fortaleça os missionários, pastores, líderes e cristãos que estão no campo sofrendo algum tipo de perseguição.


O que é o Domingo da Igreja Perseguida?
O Domingo da Igreja Perseguida (DIP) foi criado pelo irmão André, fundador da Missão Portas Abertas (Servindo cristãos perseguidos), com o objetivo de unir cristãos em torno de um só motivo: nossos irmãos que pagam um alto preço por sua fé. A data varia de ano em ano, pois é marcada para o Domingo seguinte ao de Pentecostes.

Um dia inteiro de atividades
Um dia inteiro dedicado à oração e à lembrança desses irmãos que sofrem por sua fé! Irmãos que são exemplo de perseverança e de amor ao nosso Deus. As classes de Escola Dominical, as reuniões dos departamentos e os cultos desse dia poderão ser inteiramente dedicados ao DIP. Em 2008, 1.719 igrejas brasileiras participaram do DIP. Essa mobilização só foi possível graças à ação de voluntários – pessoas que conhecem a causa da Igreja Perseguida e se prontificam a divulgar, em suas igrejas e comunidades, as necessidades dos nossos irmãos perseguidos.

Esta é uma oportunidade para envolver adultos, jovens, adolescentes e crianças da Igreja brasileira com a Igreja Perseguida. E isso é feito por meio da oração e do relato de histórias e variadas situações vividas por nossos irmãos perseguidos. Coopere com esta causa você também!
Pr. Lon Davisson

Sem João com Jesus


sábado, 9 de maio de 2009

Uma candidata à Miss Estados Unidos mostrou coragem diante de uma pergunta incômoda. Ao ser perguntada se achava que a Califórnia, estado que representava no Concurso nos EUA, deveria regulamentar o casamento homossexual, Carrie Prejean respondeu que “um casamento deveria acontecer entre um homem e uma mulher”.
A declaração dividiu a opinião da platéia que reagiu com vaias e aplausos. A mídia gay caiu em cima de Carrie. Ela passou a ser boicotada pelos jurados, que deram o posto à Miss Carolina do Norte, Kristen Dalton, fazendo Carrie ficar em segundo lugar. A própria candidata, um jurado e um dos diretores da competição acreditam que a declaração fez com que a candidata perdesse a coroa. O autor da pergunta, o jurado Perez Hilton, disse que ficou arrasado com a resposta da candidata.
Após o concurso, Carrie Prejean afirmou “que não aceitaria dizer qualquer outra coisa. Eu disse o que eu sinto. Eu dei uma opinião que é verdadeira comigo mesma e isso é tudo o que eu posso fazer”. Enquanto muitos pastores americanos e brasileiros estão vacilando ao serem perguntados sobre o tema, eis aí uma miss de coragem!
Na Revista Veja (Edição 2110 – 29/04) saiu o motivo por que Carrie Prejean expressou sua opinião: “A questão ali não era ser politicamente correta. Preferi ser biblicamente correta”.

terça-feira, 5 de maio de 2009


O livro de Malaquias é bastante conhecido como o livro que fala sobre os dízimos e as ofertas. O Senhor dá uma linda promessa para aqueles que forem fiéis no que diz respeito a devolver ao Pai as nossas primícias; aquilo que dele mesmo recebemos para mantimento de nossa vida (Ml 3.10). Mas se lermos o livro desde o seu início, perceberemos que Deus usa o profeta Malaquias para exortar os sacerdotes no que se refere às ofertas entregues ao altar por eles.
Com certeza, estava acontecendo alguns “probleminhas” naquele tempo. No capítulo 1, a partir do verso 6, Deus dá uma dura palavra aos sacerdotes, pois os mesmos estavam oferecendo a Deus as sobras no lugar das primícias. Veja o que disse o Senhor: “O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? diz o Senhor dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que nós temos desprezado o teu nome?”
Os sacerdotes da época, aqueles escolhidos para servir ao Senhor diretamente no lugar Santo e no Santo dos Santos, estavam entregando no altar de Deus sacrifícios e ofertas que não serviam para o Senhor. Por mais que eles achassem que estavam fazendo a coisa certa, o Senhor não estava se agradando do que eles ofereciam a ele. Se continuarmos a ler o capítulo 1, veremos os seguintes versos: “Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do Senhor é desprezível. Porque, quando ofereceis animal cego para o sacrifício, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou enfermo, isso não é mau? Ora apresenta-o ao teu governador; porventura terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o Senhor dos Exércitos.” (v.7-8). Nesse aspecto, vemos que os sacerdotes estavam desobedecendo ao Senhor.
Desde o livro de Gênesis, o Senhor pede que lhe entreguemos como oferta as primícias, o melhor do gado, o melhor da terra! A oferta de Abel, por exemplo, foi aceita pelo Senhor porque ele entregou a preeminência, o melhor para Deus. Caim, por sua vez, deu também uma oferta, mas não era a melhor (Ge 4.1-6), e isso não agradou ao coração do Pai.
Os sacerdotes do tempo de Malaquias, haviam se “esquecido” disso e estavam oferecendo pão embolorado e animais cegos e coxos como oferta ao altar do Senhor (v.13). Para eles, não importava a oferta; importava o ato de entregá-la.
Às vezes, nos pegamos em situação semelhante. Entregamos a Deus qualquer tipo de oferta e achamos que estamos fazendo um “favor” a ele. Talvez você possa dizer: “Mas Deus conhece o meu coração!”. É verdade! Mas não podemos usar da onisciência do Senhor para justificar nossos erros. Será que realmente estamos fazendo um “favor” para aquele que tem todo o poder de criar e de fazer qualquer coisa? Será que o que importa realmente é mostrar que estamos fazendo, não importando como?
Quando estamos apaixonados por alguém fazemos de tudo para agradar a esse alguém. Se for preciso dar um presente, isso fica mais evidente ainda! Se pudéssemos, daríamos um carro 0 Km à pessoa amada, ou qualquer outro presente que agradasse o seu coração, não é verdade? Seria impossível demonstrar que amamos alguém dando a ele ou a ela algo estragado, ou de péssima qualidade. Sempre desejamos dar o melhor a quem amamos! E por que com o Senhor fazemos isso? Por que damos a Deus as sobras?
Os sacerdotes ainda questionaram ao Senhor: “Ah, estou ofertando, o que isso tem de ruim?”. Em outras palavras: “O que importa é o meu coração!”. “Ora, apresenta-o ao teu príncipe; terá ele agrado de ti? Ou aceitará ele a sua pessoa? diz o Senhor dos exércitos.” Essa foi a resposta do Senhor aos sacerdotes. Deus não estava se agradando do que eles estavam fazendo!
Sempre digo que tenho um “espelho espiritual” e me vejo, muitas vezes, fazendo o mesmo: entregando as sobras ao Senhor e ainda me achando na razão! Isso certamente acontece ou já aconteceu com você também. Que como sacerdotes do Senhor, possamos dar o nosso melhor a ele! Que realmente o Senhor possa estar no centro do nosso coração. Que possamos lembrar qual oferta temos oferecido ao Senhor e, verdadeiramente, voltar ao primeiro amor!


Pr. Lon Davisson

quinta-feira, 30 de abril de 2009

O Desafio do Amor


A cada ano, aumenta o número de divórcios. E, mesmo entre aqueles que resistem à “solução” da separação, muitos apenas se suportam, vivendo infelizes debaixo do mesmo teto. O filme “A Prova de Fogo” (dos mesmos produtores de “Desafiando Gigantes” e “A Virada”) toca nessa ferida, aponta os prováveis motivos desse problema e propõe a solução para ele.
Caleb Holt é capitão do Corpo de Bombeiros de Albany, EUA. A metáfora é evidente: ele salva pessoas quase todos os dias, mas é incapaz de salvar o próprio casamento. Percebendo a situação, o pai dele propõe um desafio antes de o casal partir para a separação. Relutante, Caleb aceita (o ator principal é Kirk Cameron, que estrelou na adolescência uma série de sucesso e decidiu, depois, dedicar-se a projetos que promovessem o bem).
A capa do DVD traz o slogan “Nunca deixe seu parceiro para trás”, que se aplica tanto para bombeiros quanto para casais. O filme consegue fazer um retrato bastante preciso da triste realidade da fragmentação do matrimônio. Muita gente se sensibilizou e se identificou com a situação desesperadora do capitão Caleb e sua esposa Catherine. O filme trata da batalha de todo homem (contra a lascívia) e de toda mulher (contra a vaidade).
Com o relacionamento conjugal enfraquecido, Caleb é tentado pela pornografia na internet, enquanto Catherine começa a ceder às investidas de um jovem médico, em seu local de trabalho.
O “desafio do amor” proposto pelo pai de Caleb consiste em colocar em prática um simples programa de 40 dias no qual o cônjuge realiza pequenas atividades diárias com o objetivo de reconquistar o parceiro. Esse desafio acabou virando livro, com o título “O Desafio do Amor”. Quando chega à metade do desafio (lá pelo 20º dia), Caleb desanima ao perceber que nada parece estar dando certo... É, não vamos aqui contar todo o filme. Resumindo, neste filme aprendemos que, com o amor incondicional, todo relacionamento se torna “à prova de fogo”.
Por Marcos Alexandre

sábado, 25 de abril de 2009

Interação Vertical realiza InteraAção Social


No dia 25 de Abril, os jovens do Interação Vertical foram ao Lar Evangélico Masculino Pastor Boyd O Neal, prestar solidariedade aos meninos que por lá estão de passagem.
Uma equipe composta por nove jovens foi ao Abrigo Pastor Boyl O Neal levar alimentos, brinquedos e artigos de higiene doados pela igreja e pelas empresas Pelaggio, Regina e Indaiá. Na chegada, fomos recebidos pelos 11meninos, muito alegres e curiosos com a presença dos estranhos e logo chegou o Pr. Jadiel, o atual responsável do abrigo, para nos dar as boas vindas.
A visita foi repleta de alegria, diversão e muito louvor, seguido de uma palestra sobre escovação e higienização bucal com a estudante de Odontologia Rafaele Holanda. As crianças poderam se divertir com as pinturas nos rostos e mãos, sem falar no jogo de futebol.
Em um conversa com o Pastor Jadiel, ele nos mostrou uma nova perspectiva, a respeito de ações sociais, “os problemas da sociedade Alagoana estão escondidos e as famílias estão destruídas, os abrigos são lugares de passagem, cada jovem tem seus talentos, aptidões e histórias, quando eles completam 18 anos suas vidas criam asas do lado de fora dos portões”, afirma Jadiel. Os jovens recebem orientações espirituais, e ao visitarem suas famílias nos finais de semana, ficam ansiosos para voltar ao abrigo, afinal os mundos não se identificam mais. Podemos entender que toda ajuda é necessária, seja financeira, presencial e espiritual, devemos acabar com o mito de que sempre tem alguém para ajudar, devemos começar a nos mover, as pessoas estão clamando e nada esta sendo feito, o comodismo achou lugar nos corações e as atitudes positivas se extinguiram e a “Fé sem obras é morta.” (Tiago 2:20)
O Lar Evangélico Masculino Pastor Boyd O Neal começou com uma visão missionária do Pastor Boyd O Neal onde se diz mais Brasileiro do que Americano e existe desde 2004, o abrigo tem como objetivo, trabalhar o ser humano em todas as áreas, comportamental, psicológica, profissional e espiritual. As crianças são encaminhadas pelo conselho tutelar e dispõem de uma equipe de profissionais capacitados, com professores, cozinheiras, monitores, voluntários e psicólogos. Para possíveis ajudas o abrigo é aberto para visitas todos os dias.
Por Vitor Luz

domingo, 5 de abril de 2009

Obstáculos à adoração

Quantas vezes sentimos que a nossa adoração não passa do "teto", enfrentamos constantemente barreiras que podem impedir a nossa adoração ao Senhor. Eu gostaria de compartilhar um pouquinho a respeito disto com você. E espero que através desta pequena meditação você possa romper em adoração ao Senhor. O mais importante de tudo é manter o foco NEle e então encontraremos sempre a vitória.

1. Pecado - O pecado é aquilo que nos torna impuros, e o mesmo não confessado impede a nossa comunhão com Deus. O pecado e a iniqüidade nos separam de Deus. (Is 59:2 Sl 15; Sl 24:3,4; Sl 66:18). Jesus pagou um preço precioso por nós na cruz, para que tivéssemos condições de nos aproximar de Deus.(Hb 10:19-22).

2. Auto-condenação - Mesmo mediante o perdão do Senhor, nem sempre é fácil aceitar este perdão por completo. Ou seja a culpa já foi retirada pelo Senhor, mas fica difícil de aceitar este perdão, continuamos a nos sentir culpados assim mesmo. Esta espécie de atitude tem sua origem no fato de alguém ser demasiadamente consciente de si mesmo, ao invés de ter a consciência de Deus. Não devemos nos esquecer de que o pecado perdoado é lançado no mar do esquecimento e que as misericórdias do Senhor triunfam sobre o juízo. (Sl 32:5; Sl 78:18; Sl 103:2,3; Hb 8:12).
3. Religiosidade - É quando oferecemos a Deus um culto sem vida e sem envolvimento de coração, algo apenas do exterior. São tradições religiosas dos homens, que colocam em uma fôrma aquilo que nasce genuinamente em Deus. A religiosidade oprime, mas a Redenção libera. (Mc 7:6-9; Is 29:13).
4. Orgulho - O orgulho se refere à: soberba, espírito independente, centralidade no "eu", auto-suficiência, falta de humildade, concentração excessiva em si mesmo. (Sl 51:16,17; Is 57:15, Tg 4:6).
5. Mundanismo - É a condição predominante da nossa mente quando os nossos pensamentos e ações estão centralizados nas coisas deste mundo, ao invés de Deus e seu Reino. Pessoas que tem este comportamento, tem muita dificuldade de adorar a Deus, por achar que isto é embaraçoso. Porém a cura para este problema é tornar-se cada vez mais centralizado em Cristo. (Tg 1:27; 1Jo 2:15,17).
6. Temor de homens - Esta é uma grande barreira à adoração, pois, muitas vezes permitimos que as opiniões dos homens criem uma barreira e isto é uma armadilha onde muitos são apanhados. Se realmente reverenciamos o Senhor, nunca é preciso temermos a homens. Precisamos ter sempre os nossos olhos firmados em Jesus. (Pv 29:25; Jo 12:41,42; Pv 9:10)
7. Falta de amor - O maior de todos os mandamentos está ligado ao amor a Deus, ou seja, a nossa motivação deve ser a de responder ao amor de Deus com amor. E o segundo mandamento está ligado ao amor ao nosso próximo. A Bíblia sempre enfatiza o valor e o poder do amor de Deus em nós e através de nós (1Co 13:1-3). Se dizemos que amamos a Deus e não amamos os nossos irmãos (1Jo 4:19-21,MT 5:23,24; 1Jo 4:7-10).
Sempre que você tiver dificuldade de adorar ao Senhor, faça uma sondagem sincera e honesta do coração, e ore a Deus pedindo a ele que lhe revele a natureza do seu problema, o qual está restringindo ou bloqueando o fluir da adoração. Depois que isto for descoberto é necessário que haja um posicionamento de arrependimento e o abandono deste impedimento. Continue buscando a Deus sem cessar de todo o seu coração, seja obediente ao Senhor, para que rios de adoração fluam do seu interior.

Pr. Lon Davisson

domingo, 8 de março de 2009

Intimidade com Deus

A intimidade é o elemento espiritual fundamental que todo o cristão deve buscar, pois se trata de um relacionamento profundo com Deus. Porém, infelizmente, o Corpo de Cristo não tem dado o devido valor. É interessante observar a definição da palavra “intimidade”, segundo o Dicionário Aurélio: “Vida íntima; vida particular”; “Que está muito dentro; Que atua no interior; Muito cordial, afetuoso; Estreitamente ligado por afeição e confiança”. Ressalta-se aqui a definição que diz que o íntimo “atua no interior”. Ser íntimo de alguém requer tempo e esforço para conhecer e ser conhecido por esse alguém como você realmente é.

Intimidade é conhecer o outro profundamente.
É conhecer os anseios, os desejos e os segredos do coração do outro, assim é a intimidade com Deus: é conhecê-lo profundamente, atendendo aos desejos do Seu coração.Quando há intimidade há transformação de dentro para fora, porque você está em Deus e Ele está em você. Assim como no casamento, se o relacionamento não for trabalhado, cultivado, o amor esfria, empobrece, você não conhece mais o outro e, assim, passa a se sentir sem identidade: “O que eu fiz?”; “Por que o Senhor não está feliz comigo?”.
Intimidade com Deus é um tesouro escondido e a ser explorado. Embora saibamos que a salvação é de graça, a intimidade tem um preço que nem todos estão dispostos a pagar. É o preço da disposição de tempo, de negar as coisas do mundo, de por um momento parar tudo para sentir e ouvir o que Deus tem a dizer.
Intimidade não é orar mecanicamente. É gastar tempo de diálogo com Deus como está escrito nos Salmos 139; é tempo de qualidade.
Intimidade é para os que temem ao Senhor (Salmos 25.14), pois o temor é o primeiro passo para ter acesso à intimidade do Senhor, aos segredos do Seu coração.
Os que temem ao Senhor são atraídos por conhecê-lo, deixando-o agir em suas vidas não de forma limitada, mas em todas as áreas. Na intimidade Deus é participante e livre para agir em qualquer área ou circunstância da vida de alguém. Na intimidade Deus faz o que Ele quer e quando quer, no tempo determinado por Ele.
A intimidade tem alguns elementos importantes que descrevem sua definição:
Intimidade é sacrifício – de tempo, seja apropriado ou não, vivendo como imitadores de Cristo (Ef 5.1-2).
Intimidade é privilégio de poucos – Para os que o temem (Sl 25.14.), para os dispostos (Jr 33.3) e para os sinceros, retos (Pv 3.32). Intimidade é desafio – quem está disposto? Novamente para os que o temem (Sl 25.14); para os que o buscam e o buscam de coração (Is 55.6 e Jr 29.13-14) e desafio para aquele que é limpo de mãos e puro de coração (Sl 24.3-5).
Intimidade é oferta – é o desejo de estar com Deus ofertando todo o seu ser em busca da presença Dele (Sl 27.8). Buscar a presença do Senhor é uma escolha, um ato de oferta. Intimidade é amor e anelo pela presença com Deus – Sl 27.4; Sl 63. É amando-o sobre todas as coisas, honrando-o não apenas em oração, mas, principalmente, em atitudes. Honrando-o com o próprio corpo como templo do Espírito Santo (1Co 6.19). Nosso corpo como templo, tem que estar purificado para habitar o Deus Aba-Pai. O templo precisa estar reparado para que flua essa intimidade com Deus. Portanto, meditemos e arrependamo-nos. Não fiquemos acomodados e busquemos a presença de Deus enquanto é tempo.
Reflita: Você tem tido intimidade com Deus? Até que ponto? Você realmente conhece a Deus? Até que ponto você tem deixado Deus ser seu amigo íntimo atuante nas áreas da sua vida? O que você precisa reparar nesta noite para ter essa intimidade com o Pai? Ore, arrependa-se e repare seu altar, sua vida diante de Deus para que sua intimidade, sua presença flua entre nós.
Pr. Lon Davisson

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Todos os domingos, canal 32 Big TV


Alimente-se da Palavra de Deus

“Disse-me ainda: Filho do homem, vai, entra na casa de Israel, e dize-lhe as Minhas palavras” (Ezequiel 3:4)

O Novo Testamento restaurou a todos os crentes o privilégio de sermos sacerdotes de Deus (1 Pedro 2:5 e 9). Sim, porque o objetivo de Deus era que todo Israel fosse uma nação de sacerdotes do SENHOR (Êxodo 19:5-6). Mas era uma promessa condicional (“Se...”), e eles perderam essa bênção na terrível desobediência da idolatria do Bezerro de Ouro. Somente os levitas creram e receberam essa honra (Êxodo 32:25-28). Na Nova Aliança, Cristo reconquistou essa bênção e honra para nós. Devemos, portanto, exercê-la em obediência, com santo temor e tremor (1 Pedro 4:11). Convém que levemos a sério nosso ministério sacerdotal que envolve liderança para servir. Aqui, com ajuda do profeta Ezequiel, vamos estudar uma grande instrução do SENHOR Deus para exercermos de forma agradável a Deus o nosso santo ministério.
Devemos nos alimentar da Palavra de Deus Ezequiel 2 e 3:1-3
Ao profeta Ezequiel, logo depois de ser vocacionado pelo SENHOR para ser um instrumento nas mãos de Deus para ministrar ao povo, foi lhe dado a ordem de comer o rolo. Era um simbolismo inesquecível. E Deus o explica no verso 10. A preparação na Palavra é imprescindível para aquele que ministra a obra de Deus. Um recém-formado pastor, depois de quatro anos de ministério, disse que ia voltar ao seminário para pegar mais apostilas. Que tristeza! Ele, desde que saiu do seminário, onde encheu a pança, nunca mais se alimentou da Palavra. A fonte secou! Um grupo de diáconos experientes, com muita sinceridade, chamou o novo pastor, e lhe disseram: Estamos impressionados com a sua falta de conhecimento bíblico. Que tristeza! Alguém que se propunha a ser mestre da Palavra não conhecia a Palavra.
O seu devocional diário (as três perguntas: O que li? O que significa o que li? E como eu posso praticar o que aprendi?) lhe será alimento. Você fará reservas para suprir suas necessidades e as do povo de Deus. A sua leitura sistemática (leitura da Bíblia inteira em um ano) lhe proverá de conhecimento bíblico geral. O seu tempo de oração vai lhe fazer passar pela experiência de provar que o SENHOR é bom (1 Pedro 2:3).

O que é o dízimo, como e porque devolver

A palavra dízimo é a tradução de palavras hebraicas e gregas que significam a décima parte. Em termos matemáticos seriam 10%. Portanto, quando usamos o termo DÍZIMO, estamos falando da décima parte. Todos os dicionários de língua portuguesa definem o verbete DÍZIMO, por décima parte.

1) O que a Bíblia diz sobre o dízimo?
1 - “Também todos os dízimos da terra... pertencem ao Senhor. Esse dízimo será santo ao Senhor.” (Lv 27.30-32.)
2 - “Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas.” (Ml 3.8.)
3- À luz da Palavra do Senhor, concluímos que ser dizimista não é só uma questão de fidelidade e generosidade, mas também de honestidade.
2) O cristão dizimista
1- Dízimo não se paga e nem se dá, se devolve. Porque não damos algo que não nos pertence, nós o devolvemos.
2- Teste de obediência e fidelidade. Da mesma forma que existem limites existem obrigações. Se passamos dos limites, desobedecemos e ofendemos a Deus. Se não cumprimos nossa obrigação desrespeitamos a Deus. Deus não precisa do dízimo. O dízimo faz parte de um pedido de Deus para provar nossa fidelidade e obediência. Podemos ilustrar esta afirmação dizendo que Deus não precisava da árvore do Éden, não precisava de Isaque sacrificado como cordeiro. Ele utilizou estes como provas. Adão quando comeu do fruto, respondeu a Deus: “não conte comigo, eu não sei obedecer”; e Abraão inversamente, quando leva seu filho para ser sacrificado está dizendo a Deus: “conte comigo, peça o que quiser”. Deus nos diz: “Trazei todos os Dízimos”,se negamos, damos a resposta de Adão: “Não conte comigo, eu não sei ser fiel”.
3) Como o dízimo deve ser devolvido
1-Com pontualidade.
(1) O dízimo precisa e deve ser devolvido imediatamente após os recebimentos de seus rendimentos.
(2) O cristão fiel não acumula dízimos nem atrasa seu devolvimento.
(3) O dízimo é chamado nas Escrituras de primícias, sendo assim devem ser o primeiro a ser pago, antes de qualquer outra conta.
2- Através da igreja.
(1) A Bíblia diz: “Trazei os dízimos à Casa do Tesouro [...]” (Ml 3.10a.) A Casa do Tesouro daquela época histórica foi substituída pela Igreja dos nossos dias, portanto, todos os dízimos devem ser trazidos até a tesouraria da Igreja.
(2) Está vedado ao cristão a liberdade de administrar o dízimo, esta responsabilidade foi dada à Igreja do Senhor (Dt 12.5-6).
(3) O cristão não pode sair distribuindo o dízimo a seu bel-prazer, este deve ser devolvido fielmente à Igreja em que você está servindo como membro (At 4.34). 3- Na sua integridade. (1) O dízimo deve ser calculado corretamente, para devolvê-lo completo. O cristão não deve entregar na casa do Senhor 9,5% como se fosse o seu dízimo, é melhor entregar como uma oferta, porque dízimo é a décima parte, exatamente.
4) Como calcular o dízimo.
1- Defina sua renda.
(1) se você recebe salário, deverá calcular a décima parte do bruto, isto porque os descontos efetuados tais como INSS, Imposto de Renda e outros, são uma capitalização em seu favor. Cremos que a bênção de Deus também é sobre o bruto e não sobre o líquido.
(2) O cristão deve devolver o dízimo dos rendimentos com outras fontes tais como: poupanças, aluguéis, investimentos financeiros, aposentadoria, renda mercantil ou industrial, renda agrícola ou pecuária, direitos autorais, venda de móveis e imóveis. Devemos ser fiéis ao Senhor com tudo o que for renda.